Curadoria reúne obras de arte e mobiliário assinado para valorizar ainda mais a paisagem e reforçar a identidade do empreendimento
Pronto para ser entregue aos moradores, o KAÁ, empreendimento da construtora Laguna, tem a brasilidade no nome (KAÁ, do tupi-guarani, mata), na arquitetura e agora em suas áreas comuns. A curadoria, construída de forma colaborativa entre Laguna, Bernardes Arquitetura e TAGU, selecionou obras de arte e mobiliário assinado que valorizam os espaços, integram-se à arquitetura e conectam o empreendimento à cidade e à cultura.
Além de marcar o início da parceria exclusiva da Laguna com a Bernardes Arquitetura em Curitiba – responsável pelos projetos de arquitetura e interiores –, o KAÁ surpreende pela tipologia escalonada, pelo contato permanente com a natureza, pela grande praça formada por lounges e pela escolha de materiais que despertam bem-estar, contemplação e permanência.
Diante desse conceito, a curadoria foi conduzida para ampliar a experiência dos espaços, reforçar sua identidade e criar uma narrativa única entre natureza, arte e design. "Cada peça foi escolhida para valorizar a atmosfera de um ambiente específico, dialogando com os revestimentos, o mobiliário e os materiais. A arte deve fazer parte do projeto, mas sem competir ou sobrepor a arquitetura", explica Ana Carolina Vieira, da área de Desenvolvimento Imobiliário da Laguna.
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Essa relação se revela de maneiras diferentes ao longo do empreendimento. No salão de festas e no espaço gourmet, as obras de Tatiana Stropp e Marcus Moa apresentam elementos geométricos que dialogam com a grafia do nome KAÁ e com as linhas precisas da arquitetura, enquanto as cores acrescentam personalidade. Esses ambientes recebem peças assinadas por Jorge Zalszupin e Fernando Jaeger, que também assina mobiliário para o Office e o SPA.
Nos halls dos subsolos, onde a vista para o paisagismo não está presente, a escolha por fotografias de Fernanda Trombini aproxima os moradores dos elementos naturais que inspiram o empreendimento. Já nas áreas da praça, as esculturas de Eliane Prolik e Alfi Vivern ocupam os espaços de forma sutil, valorizando a materialidade do projeto e permitindo que o desenho das pedras naturais permaneça como protagonista.
Ainda nesse cenário, o Atelier Carlos Motta completa a seleção com as cadeiras Rio Manso e as poltronas Biguá – parceria com a Butzke. A escolha por designers brasileiros foi intencional e reforça a brasilidade presente em todo o projeto, que se manifesta na integração com a vegetação nativa, no uso de materiais naturais, na arquitetura e no design autoral. “Além de valorizar a produção artística local e nacional, essa curadoria traz autenticidade, sofisticação e durabilidade patrimonial. A arte ajuda a contar a história do projeto, despertar emoções e criar uma relação mais significativa com as pessoas e o ambiente”, completa Ana.
Arte e design presentes no KAÁ:
Deriva I (2025) – Eliane Prolik | Galeria Simões de Assis
Le Regard (2016) – Alfi Vivern | Vivern & Vivern
24.05 (2021) – Tatiana Stropp | Galeria Ybakatu
Caeté II – Marcus Moa | M.O.A Estúdio
Série de Fotografias – Fernanda Trombini | Galeria Artestil
Rio Manso – Carlos Motta
Biguá – Carlos Motta e Butzke
Serafina, Copa, Tabuleiro, Tora e Maxi Lótus – Fernando Jaeger
Poltrona Ipanema – Jorge Zalszupin
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