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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

DA INTIMIDADE PARA A SACADA

As qualidades terapêuticas da água quente são conhecidas desde a antiguidade.
Para os gregos e romanos, o asseio pessoal era uma prática saudável. Entre os japoneses, o milenar costume era compartilhado pela família nos banhos de imersão. Tinas de banho com torneiras para entrada de água quente surgiram na década de 1880. É da mesma época a fabricação, em série, de banheiras de cobre e ferro fundido. É sabido que a banheira moderna tem origem no dispositivo de castigo usado nos manicômios do começo do século XIX. Com a evolução dos materiais e a mudança de conceito que o objeto sofreu com o passar do tempo, até chegar ao contemporâneo “spa”, castigo é passar vontade.


Se a banheira é com hidromassagem, com opção de luzes para cromoterapia de relaxamento, melhor ainda. Chamadas de “spa”, tornaram-se sinônimo de aconchego e integração, pois saíram do banheiro diretamente para as áreas sociais da casa, como terraços e gazebos, inovando o conceito de recepcionar amigos. Que o diga o modelo da página anterior, no triplex do Planetarium Tower. Um luxo.


Coletivas, as banheiras “spa” possuem sofisticados equipamentos para aquecer a água e proporcionar uma massagem indescritível. No aconchego e conforto do lar, o resultado eleva os cidadãos do século 20 à nobreza de eras passadas. Menos no custo.


Na descontração do bate-papo de final de tarde ou na intimidade da higiene, as banheiras “spa” valorizam qualquer ambiente, com a vantagem de ter o dom de desligar a turbina que nos acelera no dia-a-dia.

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