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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

TOQUE INESPERADO NA DECORAÇÃO

Puxadores ganham destaque nos ambientes

A harmonia na decoração depende de muitos fatores, incluindo a escolha dos puxadores. Peça pouco valorizada na composição de um ambiente, eles podem ajudar a dar um toque especial e adicionar personalidade e sofisticação ao espaço. Para escolher o produto certo para o ambiente não existem regras, o ideal é combinar beleza com funcionalidade.
Para que haja essa harmonia, o cliente deve definir qual é o estilo de decoração desejado e segui-lo quando for comprar os puxadores. No caso de um ambiente mais contemporâneo, por exemplo, a arquiteta Mônica Raeder explica que o ideal é não escolher peças clássicas e cheias de detalhes. “Assim como os acabamentos, neste tipo de decoração, acabamentos em bronze e dourado acabam destoando o restante”, comenta. O ideal, segundo ela, é utilizar um produto bonito, mas que não ofusque o resto da decoração.

Já de acordo com o sócio proprietário da Forma & Função, Régis Penha, para não haver conflito na decoração, deve-se pensar o conceito puxadores junto com o projeto mobiliário. “Se temos uma decoração no local já com bastante informação, devemos privilegiar linhas mais retas para não poluir o espaço”, exemplifica.

Para quem gosta de seguir tendências, os puxadores com linhas retas e “cleans” estão em alta. As peças também estão cada vez maiores. “A moda é não economizar no comprimento das peças. Por isso as lojas têm oferecido uma grande variedade de medidas dentro do mesmo desenho”, explica. Aplicações de materiais antes não utilizados também tem sido uma tendência muito forte, segundo ele. Madeira, couro, cristais swarowski, chifres de animais são opções para decorar o ambiente. A combinação zamak cromado com cristais swarowski tem se destacado, além da volta do acabamento dourado.


Também é necessário tomar alguns cuidados para quartos infantis. Para evitar acidentes, o ideal é que o produto não possua extremidades pontiagudas e não seja muito profundo para que a criança não se esbarre. Puxadores muito pequenos e com fácil remoção também devem ser evitados. Raeder concorda que os puxadores nos quartos infantis não devem ser pontiagudos, porém, ela também aponta para outros detalhes. A arquiteta alerta que, assim como no restante da casa, deve-se ter um cuidado para os puxadores não “brigarem” com o estilo de decoração, especialmente porque é comum utilizar puxadores de bichinhos nesses ambientes. “Também se deve pensar em possíveis trocas à medida que a criança cresce”, acrescenta.

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